só tem genios :cae aldir e joão
nenhuma incompabilidade !
alias hermano há alguma composição e parceria aldir e cae?se ainda não existe ja é hora de promover este encontro!
quem sou eu mas acho que o baixo nesta canção deve marcar a tensão da letra e não a guitarra, esta poderia ser mais fluida mais encorpada e um “rife” mais melodioso e um tamborim deveria ou poderia estar presente fazendo o contraponto com a guitarra…ou quem aabe um berimbau e um tamborim dialogando.
enfim milhoes de posibilidades sonoras…
ou quem sabe uma levada blues neste samba com a guitarra solando a cada estrofe em sua tensão?
abraços hermano informação é tudo e valeu pela dica do risério e axial.
afrossamba e orikis poderiam ser sampleados em algumas canções de acordo com a pertinencia tematica, o que vc e caetano acham?
Pois se Vinícius é o branco mais preto, na linha direta de Xangô, Joao Bosco e Aldir Blanc o sao com a mesma propriedade, talvez na linha de direta de outro Orixá! Lindo é sentir como pode ser livre, leve e surpreendente a nossa linha evolutiva… Me pareceu interessante justamente a ausência da marcaçao forte e hipnótica do baixo e bateria (ou percussao), característicos do samba, e em seu lugar uma guitarra um tanto rasgada e propositalmente econômica… Fora a interpretaçao de Caê sempre maravilhosa, valorizando a palavra. Maravilha!
Caetano é a liberdade propositiva pulsante! E esta, caso imaginemos uma, talvez seja a funçao social do artista: ser livre.
Vida longa e criativa à música popular brasileira!
permita-me discordar do felipe mais o baixo não precisaria ser exatamente forte ou hipnótico e sim rico e complexo em contraponto á guitarra que não precisaria ser exatamente “economica” mas não exatamente monotona como achou exequiela….
acho ,salvo melhor juizo, que o baixo encorpado e melodioso complexo quase jazzy em contraponto á guitarra solando en cada fim de estrofe mas um solo suave cairia melhor em termos de sonoridade ….e obrigatoriamente um instrumento de percussão que deveria fazer o contraponto com o baixo e não com a guitarra seria bacana pacas….transsamba é isso…..variações sobre um mesmo tema … a questão se resume a compexidade de cada tema….by the way onde estara caetano?onde estara wally heheheheheheeheh?
hermanoirmãobrother….
joguava o flamengo eu queria escutar …caramba que frase linda….só o vascaino do aldir para fazer esta mega super hiper homenagem ao nosso mengão….
É que com o João é outra “incompatibilidade” e é claro que é genial; fico perturbado, porém, com o comentário que as músicas do Cê são bobas; há nelas, um “padrão” sonoro evidente, uma marca registrada da banda Cê, que a meu ver é o toque novo ao som do Caetano, os tipos de letras sem uma preocupação linear, longe, muito longe de ser bobo,é bom, puro deleite, mucosas de prazer, coxas, apolos, afrodites e dionísios sonoros presentes em cada acorde, em cada pronúncia, belos e belas como um serafim… os deuses estão soltos, a vir; estou a vir…
Conheci recentemente o blog e gosto dos comentários exatamente por não representarem nem discurso de fã incondicional e nem afetação de “entendidos em tudo”. Mas a referência a Caetano usando Caê soa como pretensão de quem quer parecer íntimo demais pra ser questionado.
Acho que a letra versa sobre uma espera que nunca alcança, a igualdade e a fraternidade da pátria amada que por ela em si já haveria condições suficientes de se suster, e fala também do consumo e do idealismo que não se espera, ou de quando as melhores intensões não são as melhores para se desenvolver uma espera, ou se preparar uma meta que atinja o maior numero de seres viventes e suas esperanças.
Pedro sá é o melhor guitarrista da atualidade.
Fico sempre impressionado com a beleza das texturas que cria com essa guitarra meio percussiva meio minimal.
com algum “overdrive”, eventualmente um wha-wha ou um tremolo mas sem excesso, um timbre limpo que corta o silencio se integra com o baixo e bateria criando um som tão forte que é capaz de colocar no chinelo desde os pós-rockers do Tortoise, Sea-Cake até os veteranos do avant-guarde jazz ou jazz rock.
Curioso pensar que Pedro Sá é a seqüência ou melhor dizendo o descendente direto do trabalho de guitarra de Perinho.
Pedro re-afirma esse “piano on guitar” ou esse clima “Cantar” da Gal.
Sempre que ouço ele me lembro da musica “até quem sabe” com Gal, ou das guitarras de Perinho no disco “Qualquer Coisa”. É canhestro!
Achei a versão de “incompatibilidade de gênios” a definitiva.
Gostei principalmente por desautorizar a musica original sem perder o mérito de samba-canhestro-eixo/minas-rio/naturalista.
As respirações entre cada instrumento, a voz de Caetano…tudo esta numa harmonia absurda.
Nada bate o processo de amadurecimento de um som.Acho esta musica marca um período em que (com consciência) Caetano e banda Cê evoluíram muito.Isso fica evidente na força que as musicas(deles ou não) ganham quando são executadas.
Sinto um entrosamento gigante, uma percepção do que esta além, e esse olhar treinado só se obtém com o exercício com o tempo e com foco.
Daqui a pouco tempo a Banda Cê será a mais cobiçada, a mais procurada.
Isso me lembra bem outro trio muito cobiçado na época que era liderado por um certo Luiz Eça…não estou sugerindo nada, estou afirmando.
Julho 2nd, 2008 at 3:50 pm
só tem genios :cae aldir e joão
nenhuma incompabilidade !
alias hermano há alguma composição e parceria aldir e cae?se ainda não existe ja é hora de promover este encontro!
quem sou eu mas acho que o baixo nesta canção deve marcar a tensão da letra e não a guitarra, esta poderia ser mais fluida mais encorpada e um “rife” mais melodioso e um tamborim deveria ou poderia estar presente fazendo o contraponto com a guitarra…ou quem aabe um berimbau e um tamborim dialogando.
enfim milhoes de posibilidades sonoras…
ou quem sabe uma levada blues neste samba com a guitarra solando a cada estrofe em sua tensão?
abraços hermano informação é tudo e valeu pela dica do risério e axial.
afrossamba e orikis poderiam ser sampleados em algumas canções de acordo com a pertinencia tematica, o que vc e caetano acham?
Julho 2nd, 2008 at 4:43 pm
adorei a versão de Caetano!
O Joao Bosco gravou em 1976!
Julho 3rd, 2008 at 3:17 am
nelson, Caetano nunca compos com Aldir, nem com Joao.
Curiosidade: em 1982, Caetano fez uma canção com Dona Ivone Lara, chamada “A força da imaginação” - nunca gravada pelo Caetano.
Julho 3rd, 2008 at 7:20 am
Pois se Vinícius é o branco mais preto, na linha direta de Xangô, Joao Bosco e Aldir Blanc o sao com a mesma propriedade, talvez na linha de direta de outro Orixá! Lindo é sentir como pode ser livre, leve e surpreendente a nossa linha evolutiva… Me pareceu interessante justamente a ausência da marcaçao forte e hipnótica do baixo e bateria (ou percussao), característicos do samba, e em seu lugar uma guitarra um tanto rasgada e propositalmente econômica… Fora a interpretaçao de Caê sempre maravilhosa, valorizando a palavra. Maravilha!
Caetano é a liberdade propositiva pulsante! E esta, caso imaginemos uma, talvez seja a funçao social do artista: ser livre.
Vida longa e criativa à música popular brasileira!
Abraços, Felipe Grimaldi.
Julho 3rd, 2008 at 7:57 am
Adoro a Banda CE pero en esta cancion me parece que el sonido de la guitarra de Pedrinho es un poco monotono.
Julho 4th, 2008 at 4:42 pm
e essa coisa
da música poder ser
mais matéria pra música
é pura complexidade e beleza.
cês sabem disso bem…
Julho 5th, 2008 at 12:46 pm
O mais legal é que o desdobramento do ritmo dá mais força a letra do que na versão originaldo João Bosco.
Falando em feitiço,o bruxo da Muda é super-extra-mega-foda.
Note-se que o vascaíno Aldir abre a sua obra prima com - “jogava o Flamengo eu queria escutar” .
Julho 8th, 2008 at 12:55 am
permita-me discordar do felipe mais o baixo não precisaria ser exatamente forte ou hipnótico e sim rico e complexo em contraponto á guitarra que não precisaria ser exatamente “economica” mas não exatamente monotona como achou exequiela….
acho ,salvo melhor juizo, que o baixo encorpado e melodioso complexo quase jazzy em contraponto á guitarra solando en cada fim de estrofe mas um solo suave cairia melhor em termos de sonoridade ….e obrigatoriamente um instrumento de percussão que deveria fazer o contraponto com o baixo e não com a guitarra seria bacana pacas….transsamba é isso…..variações sobre um mesmo tema … a questão se resume a compexidade de cada tema….by the way onde estara caetano?onde estara wally heheheheheheeheh?
hermanoirmãobrother….
joguava o flamengo eu queria escutar …caramba que frase linda….só o vascaino do aldir para fazer esta mega super hiper homenagem ao nosso mengão….
parafraseando….
jogava o obina eu queria sambar rsrsrsrsrs
Julho 8th, 2008 at 12:59 am
correções
“complexidade de cada tema”
“jogava o flamengo”
seria bacana assim: jogava o zico eu queria escutar…..
só tamborim e guitarra o que vc acha felipe?
Julho 11th, 2008 at 8:13 pm
O arranjo está repetitivo e bobo igual as músicas do Cê.. acabou com a música, ainda prefiro o João Bosco tocando com o violão dele..
Julho 16th, 2008 at 1:51 pm
É que com o João é outra “incompatibilidade” e é claro que é genial; fico perturbado, porém, com o comentário que as músicas do Cê são bobas; há nelas, um “padrão” sonoro evidente, uma marca registrada da banda Cê, que a meu ver é o toque novo ao som do Caetano, os tipos de letras sem uma preocupação linear, longe, muito longe de ser bobo,é bom, puro deleite, mucosas de prazer, coxas, apolos, afrodites e dionísios sonoros presentes em cada acorde, em cada pronúncia, belos e belas como um serafim… os deuses estão soltos, a vir; estou a vir…
Agosto 6th, 2008 at 9:54 pm
Conheci recentemente o blog e gosto dos comentários exatamente por não representarem nem discurso de fã incondicional e nem afetação de “entendidos em tudo”. Mas a referência a Caetano usando Caê soa como pretensão de quem quer parecer íntimo demais pra ser questionado.
Agosto 11th, 2008 at 1:05 am
adorei incompatibilidade de gênios. Caetano cê é foda!
Setembro 7th, 2008 at 1:26 pm
Acho que a letra versa sobre uma espera que nunca alcança, a igualdade e a fraternidade da pátria amada que por ela em si já haveria condições suficientes de se suster, e fala também do consumo e do idealismo que não se espera, ou de quando as melhores intensões não são as melhores para se desenvolver uma espera, ou se preparar uma meta que atinja o maior numero de seres viventes e suas esperanças.
Setembro 9th, 2008 at 12:37 pm
Pedro sá é o melhor guitarrista da atualidade.
Fico sempre impressionado com a beleza das texturas que cria com essa guitarra meio percussiva meio minimal.
com algum “overdrive”, eventualmente um wha-wha ou um tremolo mas sem excesso, um timbre limpo que corta o silencio se integra com o baixo e bateria criando um som tão forte que é capaz de colocar no chinelo desde os pós-rockers do Tortoise, Sea-Cake até os veteranos do avant-guarde jazz ou jazz rock.
Curioso pensar que Pedro Sá é a seqüência ou melhor dizendo o descendente direto do trabalho de guitarra de Perinho.
Pedro re-afirma esse “piano on guitar” ou esse clima “Cantar” da Gal.
Sempre que ouço ele me lembro da musica “até quem sabe” com Gal, ou das guitarras de Perinho no disco “Qualquer Coisa”. É canhestro!
Achei a versão de “incompatibilidade de gênios” a definitiva.
Gostei principalmente por desautorizar a musica original sem perder o mérito de samba-canhestro-eixo/minas-rio/naturalista.
As respirações entre cada instrumento, a voz de Caetano…tudo esta numa harmonia absurda.
Nada bate o processo de amadurecimento de um som.Acho esta musica marca um período em que (com consciência) Caetano e banda Cê evoluíram muito.Isso fica evidente na força que as musicas(deles ou não) ganham quando são executadas.
Sinto um entrosamento gigante, uma percepção do que esta além, e esse olhar treinado só se obtém com o exercício com o tempo e com foco.
Daqui a pouco tempo a Banda Cê será a mais cobiçada, a mais procurada.
Isso me lembra bem outro trio muito cobiçado na época que era liderado por um certo Luiz Eça…não estou sugerindo nada, estou afirmando.
Outubro 11th, 2008 at 10:47 am
Sei não … Ficou bonito demais. Fiquei doido ou percebi uma aproximação com o maracatu?